Aqui publicamos alguns artigos relacionados com saúde e exercício físico assim como alguns eventos realizados no Lux, dando a oportunidade a todos de os comentarem.
O flagelo da obesidade infantil está a aumentar em Portugal a uma velocidade impressionante. O Lux Health Club desenvolve ferramentas para combater este drama. O exercício físico acompanhado por profissionais qualificados, aliado a muita diversão e elevados índices de motivação aumentam o grau do nosso sucesso. Ajuda-nos a parar o ciclo !
Um estudo da Universidade do Minho, publicado nos Estados
Unidos da América, está a agitar a comunidade científica. Os alunos mais ativos
fisicamente são os que tiram melhores notas.
Crianças mais sedentárias têm piores
notas
"As melhores notas nas provas de aferição de Português e de Matemática, em 13
escolas públicas de Braga, no ano letivo 2009/2010, foram tiradas por alunos
pouco ou nada sedentários", disse ao JN Luís Lopes, aluno de doutoramento na
Escola de Psicologia da Universidade do Minho (UM).
O estudo elaborado por quatro investigadores portugueses pretende saber até
que ponto o sedentarismo das crianças interfere com a sua coordenação motora. E
os resultados foram surpreendentes: as crianças que passam mais de três quartos
do dia em atividades sedentárias como ver televisão, jogar computador ou até
sentados numa sala de aula chegam a ter nove vezes pior coordenação motora do
que as crianças que fazem atividade física. E piores notas.
A couple of days ago I did a post discussing the many benefits – to employees and management – of exercise during the workday, including reduced stress, increased productivity and improved collaboration. Timing is everything. Turns out a new study led by Vasilios Kosteas, a Cleveland State economics professor, indicates employees who exercise regularly also earn higher pay.
The study, published in the June issue of the Journal of Labor Research, shows that employees who exercise regularly earn approximately 9 percent more than those who do not.
From a personal standpoint as an employee who exercised regularly at work for over a quarter century, this research validates what I always intuitively felt: that exercise clearly improved my energy, focus, mood and motivation – making me a more valuable employee than I would have been without it.
And from a personal standpoint as a manager who supervised employees who exercised regularly at work for nearly a quarter of a century, the research is equally validating. Put simply, many of my most outstanding direct reports were regular exercisers, highly disciplined and effective both in the gym and the office.
While’s there’s no doubt more research to be done to explore and further establish causal connections, such exercise/wage research results should be of broad interest to business people: both to employees who want to advance their careers, and to CEOs who want to establish the kind of programs and cultures that enable them to attract and retain an engaged and motivated work force.